Reportagem destaca a importância da manutenção em veículos

A coluna de Felipe Carvalho para o portal UOL destacou, nesta semana, a importância da manutenção de veículos, e como isso é mais importante do que um carro com quilometragem baixa. Confira abaixo a matéria:

Quanto dura um motor? Mais do que isso, quanto dura um carro? São perguntas recorrentes, feitas por muitos leitores, quase todos os dias. E a resposta é sempre a mesma: dura o que tiver que durar, só depende do dono. Não me faltam provas para ter esse pensamento. Aqui mesmo, na minha garagem, meu querido Nissan Sentra está sempre disponível para ir para qualquer canto que eu quiser. No documento, consta que foi fabricado em 2007, já como modelo 2008. No hodômetro, acusa orgulhosos 205 mil quilômetros rodados.

No manual, um detalhado histórico de manutenção desde a primeira revisão. Recentemente passou uma semana num “spa” automotivo e voltou brilhando, como se fosse novo de novo. Meu carro é bem conhecido dos meus seguidores, e sempre que faço um novo conteúdo que revela sua quilometragem, surgem casos que vão bem além do meu. Carros com 300, 400 ou 600 mil quilômetros, sempre com história de donos cuidadosos. E não importa o carro. Mesmo aqueles com má fama, como, por exemplo, o lendário Fiat Marea, passam tranquilamente pelas centenas de milhares de quilômetros, quando na mão de bons donos.

Eu conheço pelo menos dois com 300 mil quilômetros: um Marea 1.8 que está no Rio Grande do Sul e outro 2.4 que está aqui em São Paulo. Carro com mais de 1 milhão de km? E o que podemos dizer daqueles que passam a barreira do milhão de quilômetros rodados? Esses são sempre matéria para aparecer até na televisão, como fez o dominical “Fantástico”, da Rede Globo. No último domingo (16), que mostrou um guerreiro Ford Verona 1990 que rodou mais de 1 milhão de quilômetros, graças a um insistente professor universitário, que optou por levar seu carro ao extremo.

Confesso que só fiquei sabendo da matéria no dia seguinte, já que foi bem comentada nos grupos que sigo nas redes sociais. Em princípio, até achei que fosse fake, já que o hodômetro do Verona tem apenas cinco dígitos e fica fácil para o dono contar a história que quiser. Porém, assim que assisti à matéria, percebi que o proprietário tem registro de absolutamente tudo que foi feito no carro, anotado numa espécie de diário de bordo. Fantástico, não poderia estar em um programa melhor! Assim como esse professor, todos que são donos de carros que chegam em quilometragens altas têm a mesma receita — que não é nada além de realizar as manutenções constantes em seus carros.

Confira a matéria completa clicando aqui.

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