É possível vender carros através do Instagram

Você sabia que é possível utilizar o Instagram para aumentar a venda em sua revenda de veículos? A Simples Veículo lançou, neste mês, um curso voltado ao setor. O curso é ministrado pela especialista Thaise Teixeira e tem como objetivo fazer com que a ferramenta seja utilizada da forma correta para a obtenção de melhores resultados.

Os revendedores de carros aprenderão a utilizar o Instagram de forma correta para que a loja seja notada pelas pessoas da sua região de atuação. “Eles também aprenderão como encontrar pessoas próximas e interagir com elas, buscando transformá-las em clientes. Assim ele aumentará o número de seguidores no seu perfil e consequentemente conseguirá realizar mais vendas utilizando esta incrível rede social”, destaca a professora.

O curso apresenta oito vídeos, e em cada um deles é possível aprender a prática de cada parte que compõe o Instagram de forma rápida, prática e sem enrolação. São módulos: Edição do perfil; Publicações no feed; Publicações no story; Ações de interações; Faça fotos melhores; Encontre seguidores segmentados por localização; Sorteios; Anúncios patrocinados.

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Carro mais vendido do mundo se desvaloriza 7% ao ano

Matéria reproduzida do portal Valor Investe

O Toyota Corolla foi o carro mais vendido do mundo em 2018 e mantém esse posto em 2019, pelo menos até julho, e tem um índice de desvalorização médio de 7% ao ano.

Acha muito? Saiba que ele ocupa apenas a 5ª posição quando o assunto é desvalorização de veículos do tipo sedan médio.

O Kia Cerato, o Honda Civic, o Volkswagen Jetta e o Chevrolet Cruze se desvalorizam menos que o famoso carro da Toyota.

Os dados são da KBB, plataforma de comparação de preços de veículos, que listou os veículos sedan que mais e menos se desvalorizam ao longo dos anos.

O Sentra, da Nissan, tem a maior desvalorização, de 11,3% ao ano.

Confira o ranking:

Índice de desvalorização de veículos sedan

MarcaModeloDesvalorização
1KIACERATO-4,5%
2HONDACIVIC-5,6%
3VOLKSWAGENJETTA-6,3%
4CHEVROLETCRUZE-6,4%
5TOYOTACOROLLA-7,0%
6MITSUBISHILANCER-7,6%
7FORDFOCUS-8,7%
8NISSANSENTRA-11,3%

Venda de veículos aumenta 12,1% no primeiro semestre, diz Anfavea

A venda de veículos no país aumentou 12,1% de janeiro a julho de 2019 na comparação com o mesmo período do ano anterior, passando de 1,38 milhão de unidades para 1,55 milhão. Quando comparadas as vendas de julho de 2019 (243,6 mil) com o mesmo mês de 2018 (217,5 mil), houve elevação de 12%. Na comparação com junho, os licenciamentos aumentaram 9,1%.

Os dados foram divulgados nesta semana pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A exportação de veículos montados caiu 38,4% de janeiro a julho na comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação a julho de 2018, a venda para o exterior caiu 15,7% e ante junho deste ano houve aumento de 4,2%.

“Continuamos tendo queda nas exportações basicamente por conta da Argentina. Este mês tivemos um pequeno acréscimo de exportações para Colômbia e México que ajudou a diminuir essa queda, mas exportação é um número que estamos estimando que poderá gerar queda no total do ano de cerca de 29%”, afirmou o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

Segundo a associação, a produção dos sete meses de 2019 aumentou 3,6% ante o mesmo período do ano passado, ao passar de 1,68 milhão para 1,74 milhão de veículos produzidos. Na comparação entre os meses de julho houve crescimento de 8,4%. No sétimo mês deste ano a produção chegou a 266,4 mil. Na comparação com junho o aumento foi de 14,2%.

“A produção teve um crescimento importante em linha com o crescimento do mercado interno e também compatível com o novo cenário das exportações”, disse Moraes.

Texto: Agência Brasil

Reportagem destaca a importância da manutenção em veículos

A coluna de Felipe Carvalho para o portal UOL destacou, nesta semana, a importância da manutenção de veículos, e como isso é mais importante do que um carro com quilometragem baixa. Confira abaixo a matéria:

Quanto dura um motor? Mais do que isso, quanto dura um carro? São perguntas recorrentes, feitas por muitos leitores, quase todos os dias. E a resposta é sempre a mesma: dura o que tiver que durar, só depende do dono. Não me faltam provas para ter esse pensamento. Aqui mesmo, na minha garagem, meu querido Nissan Sentra está sempre disponível para ir para qualquer canto que eu quiser. No documento, consta que foi fabricado em 2007, já como modelo 2008. No hodômetro, acusa orgulhosos 205 mil quilômetros rodados.

No manual, um detalhado histórico de manutenção desde a primeira revisão. Recentemente passou uma semana num “spa” automotivo e voltou brilhando, como se fosse novo de novo. Meu carro é bem conhecido dos meus seguidores, e sempre que faço um novo conteúdo que revela sua quilometragem, surgem casos que vão bem além do meu. Carros com 300, 400 ou 600 mil quilômetros, sempre com história de donos cuidadosos. E não importa o carro. Mesmo aqueles com má fama, como, por exemplo, o lendário Fiat Marea, passam tranquilamente pelas centenas de milhares de quilômetros, quando na mão de bons donos.

Eu conheço pelo menos dois com 300 mil quilômetros: um Marea 1.8 que está no Rio Grande do Sul e outro 2.4 que está aqui em São Paulo. Carro com mais de 1 milhão de km? E o que podemos dizer daqueles que passam a barreira do milhão de quilômetros rodados? Esses são sempre matéria para aparecer até na televisão, como fez o dominical “Fantástico”, da Rede Globo. No último domingo (16), que mostrou um guerreiro Ford Verona 1990 que rodou mais de 1 milhão de quilômetros, graças a um insistente professor universitário, que optou por levar seu carro ao extremo.

Confesso que só fiquei sabendo da matéria no dia seguinte, já que foi bem comentada nos grupos que sigo nas redes sociais. Em princípio, até achei que fosse fake, já que o hodômetro do Verona tem apenas cinco dígitos e fica fácil para o dono contar a história que quiser. Porém, assim que assisti à matéria, percebi que o proprietário tem registro de absolutamente tudo que foi feito no carro, anotado numa espécie de diário de bordo. Fantástico, não poderia estar em um programa melhor! Assim como esse professor, todos que são donos de carros que chegam em quilometragens altas têm a mesma receita — que não é nada além de realizar as manutenções constantes em seus carros.

Confira a matéria completa clicando aqui.

Aplicativos de transporte aumentam financiamento de veículos

Os aplicativos de transporte estão impactando o mercado de crédito para veículos. Os financiamentos para compra de carros, motos e caminhões cresceram 9,1% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. Segundo levantamento da B3, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), os financiamentos possibilitaram a compra de 2,87 milhões de unidades, sendo que 1,06 milhão são veículos novos – aumento de 9,7%. Os usados totalizaram 1,81 milhão de unidades, uma alta de 8,7%.

Entre os fatores que explicam o aumento das vendas está o mercado criado pelos aplicativos como Uber, 99 e Cabify. “Muita gente que fica desempregada enxerga no setor de transportes uma alternativa de renda e para isso precisa de um automóvel”, ressalta a coordenadora da graduação em Economia do Instituto de Ensino e Pesquisa, Juliana Inhasz.

Esse crescimento promovido pelos investimentos em automóveis, seja comprados ou alugados, para fazer o transporte de passageiro já vem sendo observado desde o ano passado, de acordo com o economista chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento, Nicola Tingas. “Tem um impacto importante. Desde o ano passado isso é notório”.

Mercado ainda fraco

Tingas destaca que esse crescimento não significa um aquecimento do mercado de consumo, mas um investimento dos que pretendem trabalhar nesse sistema. “Para mim, esse tipo de financiamento indireto via Uber não é um consumo. Ele não comprou um carro para uso pessoal ou para lazer”.

Nesse sentido, de compras de veículos como ferramenta de trabalho, também vai o aumento das compras de caminhões, que representaram a maior expansão percentual no período. Nos primeiros seis meses de 2019 foram financiadas 128,8 mil unidades de veículos pesados, uma alta de 23,47% em relação ao primeiro semestre de 2018.

Juliana Inhasz disse que há uma recuperação do mercado após quatro anos recessivos devido a melhora da renda e das condições de crédito, com juros mais baixos. “Apesar da alta ser significativa, a gente está falando de uma base muito ruim. Parece uma bruta de uma alta, mas, na verdade, é uma recomposição, a gente está tentando recuperar um setor que tinha sofrido muito com a crise”.

Entre os fatores que indicam condições mais favoráveis na economia está, segundo a professora, a queda no desemprego. “Tem uma melhora do mercado, porque a taxa de desemprego tem caído, devagar, mas tem caído”.

Apesar das boas notícias, a economista acredita que há um longo caminho pela frente antes da indústria automobilística voltar ao mesmo patamar que teve antes da crise. “Pelo menos 6 anos de trabalho para voltar ao que era em 2012, 2013. Em um cenário otimista”, disse.

Reportagem da Agência Brasil